Tenho me trabalhado muito; venho
me tornando alguém que um dia me proporcionou medo, só de pensar em parecer-me;
mas a necessidade de amenizar meu sofrimento vem me transformando. As pessoas
com quem eu mais me importo acabam por se afastar, seguir caminhos diferentes,
sinto-me seca e fria por dentro... Pouco a pouco novas pessoas acabam entrando
em minha vida, mas percebo meu receio de recebê-las como o faria em outras
circunstancias. Tenho deixado o medo de perder conduzir a minha vida de tal
modo a manter-me fechada a novas relações.
Apenas um desabafo... Todas as postagens aqui publicadas foram criadas por Rubi heterônimo P.F
sábado, 16 de novembro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
País corrupto, de gente mau
caráter, de má índole, de ladrões, assassinos, de gente que não sabe ser rival
só dentro de campo, de gente que não aceita as diferenças, gente que agride,
humilha, maltrata, não tem respeito pelo semelhante.
Nosso passado nos condena, quando a história conta que
trouxeram ladrões, assassinos e desertores para povoar essa merda; não é a toa
que estamos nesse pé; aqui não há evolução, só gente da pior estirpe querendo
tirar vantagem do próximo, passando por cima do de valores, sentimentos, ética.
Aqui o único objetivo é sair ganhando, não importando quanto isso custe.
Pessoas mesquinhas, imaturas e descerebradas, incapazes de pensar. Não tem nada
pra acrescentar, só se importam em saber da vida de outrem e sair comentando,
incapazes de fluir uma conversa no mínimo produtiva. Acorda Brasil, estamos
indo de mal a pior e o nosso fim está cada dia mais próximo; enquanto a
mentalidade não mudar, nosso caminho será esse!
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Não há felicidade onde há culpa,
nada de bom restara desta vida medíocre e miserável que injustamente me foi
dada. Mas tão covarde que sou, nem coragem para tirá-la e acabar com essa
infinita dor ainda não tive, quem sabe um dia? Quem sabe em breve? Me sinto
seca, fria, sem alma, sem amor, o que outrora existia em mim não há mais, se
foi, juntamente com o pingo de felicidade que sobrara daquele verão. Aprendi a
viver em silêncio, no escuro, sozinha, e o vazio que nem era tão grande foi
tomando uma dimensão inacreditável e tomou conta de todo o meu ser, de corpo e
alma, pois coração, este eu nem sei se tenho mais. Acho que estou doente, mas o
físico é quase nada perto da doença da alma; aquela que suga de dentro de você
tudo o que um dia foi bom e não se cansa até te ver completamente destroçado. Tudo o que sobrou em mim foi dor,
tristeza e culpa, sentimentos esses que vou carregar até o dia da minha enfim,
morte!
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
São tantas as coisas
que eu gostaria de poder reviver, poucos momentos de felicidade me fariam tão
bem;
Fico revivendo as
poucas memórias que me restaram e ainda assim são tão poucas que de fato não
dão pra nada. Não mais...
Fico criando novas
memórias novas perspectivas o tempo todo tentando acalentar meu coração tão
machucado;
Eu só queria
preencher esse vazio enorme que tem dentro de mim;
Faz tanto tempo que
nem sei a última vez que consegui ser eu mesma e esboçar um sorriso sincero e
feliz.
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